O Crash test (teste de impacto) consiste no impacto de
veículos automotores contra barreiras indeformáveis (blocos de concreto
ou ferro). Tem por objetivo avaliar a segurança automotiva para
verificar se cumprem determinadas normas de segurança em situações de
colisões de trânsito.

É isto mesmo que você entendeu: os carros são destruídos em testes de colisão para testar a segurança dos ocupantes. É aí que entram aquele bonequinho: o “crash test dummy“. Pode não ser óbvio, mas eles chegam a custam centenas de milhares de dólares cada, pois são formados de dezenas de sensores e materiais para se assimilarem ao corpo humano. Após uma simulação, a análise dos danos sofridos pelos bonecos é uma excelente aproximação do que iria ocorrer com um ser humano na mesma situação.

 

No total de impactos, 83% acontecem contra veículos em movimento, ao
passo que 8,9% são contra alvos fixos. A diferença, 8%, acontece contra
alvos não fixos (animais, pessoas, objetos variados, outros). O impacto
frontal domina com 38%, os laterais com 23% e os traseiros com 20%.
Apesar de os impactos frontal e traseiro serem mais comuns, o lateral é
tido como o mais nocivo.

Bonequinhos de teste de colisão

Família de bonecos super caros usados nos testes de colisão

Normalmente impactos de crash-test são realizados a velocidades padrão
entre 50 e 64 km/h, contra blocos de concreto ou metal indeformáveis.
No entanto, notoriamente observa-se em tráfego rodoviário velocidades
médias aproximadas de 120 km/h. Em caso de impacto contra veículo em
sentido contrário, a essa velocidade observada, tem-se um
somatório(Física),ficando o impacto equivalente a 240 km/h,
configurando situação superior às simulações em voga, muito embora as
agências creditem o choque contra objeto fixo indeformável ser
equivalente ao impacto entre dois veículos. Cabe salientar ainda que,
nenhuma estrutura veicular conhecida suporta impactos acima de 120 km/h.