Mesmo quem nunca jogou o famosíssimo jogo da Rockstar Games com certeza já ouviu falar. Grand Theft Auto é um jogo que foi criado inicialmente em 1997 para Playstation, PC e GameBoy Color e que, mesmo com os recursos gráficos limitados da época, fez bastante sucesso e alvoroço. Com a chegada dos games de nova geração o clássico foi remodelado para as versões 3D absurdamente realistas que conhecemos hoje, aumentando ainda mais o número de fãs e de controvérsias a respeito do jogo.

GTA conta com várias versões e expansões, mas todas elas tem um fator em comum: a violência aberta. Independente de qual seja seu personagem, neste jogo você pode roubar carros, dirigir em alta velocidade, bater em outros carros, assaltar pessoas e quase todo tipo de violência. Esta questão sempre é relembrada e comentada, tendo o jogo chegado a ser classificado como proibido para menores de 18 anos no Brasil.

Mas será que o jogo é assim tão perigoso? Praticamente todos os jogos possuem alguma forma de violência embutida em sua jogabilidade, e o que faz com que para algumas pessoas GTA pareça pior é a sua ambientação bastante parecida com a nossa vida real. Mas, como em qualquer jogo, o que define a “periculosidade” daquele jogo é o próprio jogador. Em resumo: quem faz o jogo é o jogador. Obviamente, e como qualquer outro jogo, o intuito e finalidade do jogo é apenas diversão, um atributo que não falta a nenhuma das versões desta franquia.

Screenshot de GTA

Roubar carros é bem comum aqui.

Existem várias maneiras de deixar o jogo ainda mais divertido e diferenciado, seja instalando novos carros e objetos para usar no game ou usando códigos que vão modificar vários aspectos da engine do jogo, mudando o clima, deixando o personagem imortal e muito mais.

GTA é um jogo como qualquer outro, e talvez mais divertido e interessante do que muitos outros. Sendo assim, não perca a oportunidade de conhecer todas as versões e expansões e prepare-se para a diversão sem limites planejada pela Rockstar Games.